3 de maio de 2017
São muitos os alertas – diversas vezes ignorados – para que os condutores não dirijam acima da velocidade nem bebam antes de pegar no volante (ou guidão). Mas, apesar desses dois fatores serem responsáveis por muitas mortes no trânsito, a análise dos casos ocorridos no ano passado em Curitiba mostra que bastaria que os usuários respeitassem a sinalização para que o número de óbitos nas ruas caísse drasticamente. Avançar o sinal vermelho ou a preferencial continua sendo a principal causa de acidentes fatais no trânsito.
O desrespeito à sinalização de trânsito, foi comprovado na maior parte acidentes, que levaram a mortes. Além dos problemas em cruzamentos, até mesmo veículos estacionados em locais proibidos, ultrapassagens e conversões irregulares e o desrespeito à faixa de pedestre representaram vidas interrompidas nas ruas e rodovias.
Falhas mecânicas não representam uma pequena porcentagem dos acidentes, levando ao raciocínio que o fator de risco mais grave é o próprio condutor, que adota uma direção imprudente e desrespeitosa. Nesse sentido, a importância de adotar a direção defensiva, ou seja, não basta agir corretamente, obedecendo às regras, é preciso antever problemas, estando atento aos demais fatores que levam a colisões e acidentes.
Entretanto alguns fatores fogem ao domínio de pedestres e condutores, como a falta de iluminação adequada na via, por exemplo, é um fator que contribuiu para a ocorrência de acidentes fatais. Os problemas de infraestrutura são mais graves em atropelamentos. Entre as deficiências identificadas – e que contribuíram para casos que culminaram em mortes – estão falta de mureta de proteção, má conservação da pista, engenharia que induz ao erro e falta de local de travessia segura. Mas um pedestre atento e um condutor alerta pode evitar muitos problemas, mesmo com uma infraestrutura deficiente.
2 de maio de 2017
A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.
São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.
Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.
O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.
O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.
As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.
De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.
A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.
1 de maio de 2017
O mês de maio se inicia e ao longo dele vários de nossos profissionais comemoram mais um ano de vida, não podemos deixar essa data especial passar em branco, sem agradecer por estar ao nosso lado nesta data tão especial.
Feliz aniversários a todos e desejamos muita saúde, paz, amor e dinheiro no bolso (Rs).
O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.
O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.
Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a reflexões voltadas à conscientização das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.
A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.
Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.
Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.
A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.
Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”.
30 de abril de 2017
Muitas são as reclamações que ouvimos de alguns pais sobre a falta de responsabilidade de seus filhos em relação às atividades propostas pela escola, até mesmo na organização das coisas pessoais, “perdendo-as” constantemente. Por que será que isso acontece com tanta frequência?
Jovens só se tornam autônomos e responsáveis se forem estimulados desde pequenos a terem compromissos, a desempenharem tarefas relevantes, inicialmente, no grupo familiar. A independência é fator indispensável, pois o ser humano nasceu para ser útil, veio com uma finalidade grandiosa, a de colaborar com a harmonia universal. E a harmonia se faz quando todos se envolvem em prol do bem estar comum.
As lições de autonomia e independência devem ter seu início nos primeiros anos de vida. Permitir que a criança se movimente livremente é a primeira grande lição, pois ela vai poder conhecer seus limites e sua capacidade. Paralelamente ela estará verificando o que pode e o que não pode.
Tarefas simples como guardar seus próprios sapatos, carregar sua própria mochila, transmitir um recado, vestir-se sozinho, quando inciadas em tenra idade colaboram na conquista da independência, tão necessária para a vida. Não se verá jovens responsáveis e colaboradores caso tenhamos transformados nossos filhos em verdadeiros “reizinhos” e “princesas”, que sempre tenham suas tarefas amenizadas ou realizadas por alguém que não eles próprios.
O mesmo acontece em relação aos valores pessoais e interpessoais. Aprender a discernir entre o certo e o errado, o bem e o mal é um excelente exercício. Ir sempre em defesa dos filhos, fazê-los perceberem que para seus pais eles “sempre têm razão”, mesmo que isso não seja real, deforma o caráter, impede a que a real autonomia chegue.
Autonomia só existe quando, além de saber desempenhar tarefas do dia-a-dia de maneira correta e responsável, souber conviver bem, ter desenvolvido o senso critico que favoreça ao desempenho adequado de seu papel social. Saber argumentar tranquilamente, respeitar opiniões divergentes da sua, apaziguar, cooperar.
Quanto mais cedo se estimula a autonomia (fazer por si mesmo), confiando na capacidade produtora da criança e do jovem, mais forte se torna o seu caráter, a sua autoestima. Surge, assim, o cidadão cósmico, porque sabe seu papel social e universal de colaborador ativo e ético, na sociedade.
Quando já estiver adolescente, incentive nas atividades de grupo, sociáveis, dê responsabilidades (mesmo que pareçam simples) e cobre a realização. Aprenda a escutar sem criticar, quanto mais o tempo passa e a criança cresce, novas dúvidas surgem e situações adversas acontecem e quando os pais conversam de forma saudável com seus filhos, é possível conhecer e aconselhar muito melhor. Muitas atitudes de repúdio, podem acabar cortando o vínculo entre pais e filhos, pois vão preferir se calar, do que comentar e ser repreendido ou punido.
É importante lembrar que educação se aprende em casa e as crianças são como grandes esponjas, absorvendo tudo de bom e ruim que lhe ensinam, por exemplo, se não quer seu filho falando palavrões, não fale próximo dele. As escolas são para ensinar conteúdo didático, educar é trabalho dos pais, então vamos trabalhar juntos para o melhor resultado possível.
29 de abril de 2017
Também conhecido como Dia Mundial da Dança, esta data é destinada a homenagear uma das manifestações artísticas mais animadas (e antigas) que existem: a dança!
A dança tem o poder de captar e transmitir traços particulares de diferentes culturas através dos tempos. Existem diversos estilos de dança diferentes, cada um com a sua própria personalidade. O Dia da Dança busca a valorização dessas identidades distintas.
Zumba, Ballet, Sh´Bam, Street Dance, Body Jam, Dança de Salão, Sapateado, fast Dance, Jazz, Dança do Ventre, enfim! São tantas modalidades que nem dá para listar. Mas todos os estilos de dança possuem algo em comum: fazem super bem à saúde. Pode acreditar!
A dança traz muitos benefícios, dentre eles o aumento da flexibilidade, o aprimoramento da coordenação motora, a melhora cardiorrespiratória e também a otimização do condicionamento aeróbico.
Não citamos a perda de peso nos benefícios acima, justamente porque essa consequência da dança é um espetáculo à parte! Na verdade, a dança (a depender da frequência e intensidade) é um dos exercícios físicos que mais ajudam a ficar em dia com a balança. Só para se ter ideia, uma hora de Ballet chega a queimar 225 kcal. Já a Zumba, dança da vez, vai mais longe e manda embora pelo menos 300 kcal por hora.
Dançar é tão bom, que esse exercício é indicado para todas as faixas-etárias. Já está mais do que comprovado que a idade não é um fator impeditivo para os dançarinos que desejam ingressar no maravilhoso universo da dança. Desde os mais jovens, até os mais velhos, podem – e devem – se render a essa prática. Cabe aos profissionais, adaptarem os passos às limitações físicas do aluno.
Vale destacar que a dança é um dos exercícios físicos mais democráticos e flexíveis. Há uma infinidade de ritmos e coreografias a serem explorados. Justamente por isso, qualquer pessoa pode investir nessa atividade, nem que seja no básico dois pra lá, dois pra cá.
Tentador, mas vá com calma! Antes de começar qualquer atividade física, procure um médico para indicar se está apto.
28 de abril de 2017
A intenção é conscientizar anualmente, nesse período, a importância da adoção do comportamento seguro no local de trabalho, muitas das quais já ocorrem diariamente por ocasião de lembretes, ou rotina, mas o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, em 28 de abril, vem dando-lhes mais visibilidade.
Movimentos internacionais como o Maio Amarelo (redução de acidentes de trânsito), Outubro Rosa (prevenção do câncer de mama) e Novembro Azul (prevenção do câncer de próstata), simbolizados por laços nas cores amarela, rosa e azul, respectivamente, já são conhecidos da maioria dos brasileiros. Com uma ampla divulgação em veículos de comunicação e atividades de conscientização em todos os estados, esses movimentos são disseminadores da cultura de prevenção.
No que diz respeito à saúde e segurança do trabalhador, o Movimento Abril Verde trilha um caminho semelhante. Embora seja mais recente e não se tenha conhecimento do projeto em outros países - o que tornaria o Brasil pioneiro na organização desse tipo de evento -, o objetivo é fazer com que a cultura prevencionista no ambiente de trabalho seja propagada e assimilada pelo maior número possível de pessoas.
A iniciativa se soma a outras importantes ações na área de SST que já são realizadas, mas o conceito do Abril Verde, por ter um mês inteiro dedicado à conscientização para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho, é o de agrupar as diversas programações e facilitar a identificação pela população. De forma espontânea, cada atividade que integra o movimento reforça um mesmo propósito.
Somente com uma iniciativa como esta, nós temos certeza de que a prevenção pode, de certa forma, ser incorporada na sociedade. Sem bandeira ideológica, sem corporativismo, simplesmente aproveitando um mês significativo como o mês de abril para sensibilizar.
"De baixo para cima"
Uma das características positivas do Abril Verde, apontada por profissionais de SST que apoiam o movimento, é o fato de ter emergido da mobilização popular, "de baixo para cima".
O Abril Verde é um dos raros movimentos idealizados pelos próprios prevencionistas. Porém, não é algo só do técnico de segurança, mas também do assistente social, do psicólogo, do fisioterapeuta, do jornalista, etc., diferente daquilo que vem do Estado. É isso que as pessoas precisam valorizar.
É uma conquista que muito orgulha e traz esperança de dias melhores porque o movimento se amplia em todo o Brasil de forma espontânea. Com sensibilização, informação e cobrança, conseguiremos ter uma mudança nesse cenário de tantos acidentes e óbitos que se impõe atualmente no meio ambiente de trabalho.
27 de abril de 2017
O preservativo masculino, a popular camisinha, é um dos maiores símbolos do sexo seguro. Embora ela seja amplamente recomendada para prevenir DSTs e a gravidez indesejada, sendo inclusive distribuída em nossa Clínica, ainda existem muitas dúvidas sobre o seu uso e quais cuidados ela oferece realmente. Sabia, por exemplo, que mesmo com o uso da camisinha existe uma pequena possibilidade de contaminação pelo vírus HIV se as taxas do vírus estiverem muito altas na pessoa infectada? Pensando nisso, conversamos com especialistas, que desvendaram as maiores questões sobre o preservativo. Não fique na dúvida, procure seu médico e se achar necessário realize exames, qualquer doença tem melhor tratamento quando é descoberta no início.
Existe também o preservativo feminino, mesmo não sendo muito utilizado ou divulgado, é importante que as mulheres tenham essa autonomia sobre o próprio corpo e não ficar apenas aguardando que o parceiro tome a decisão no uso do preservativo. É muito importante que as mulheres tenham essa preocupação, pois o pênis é um órgão externo, podendo ser visíveis as alterações por conta de algumas DSTs, enquanto o órgão feminino é interno, o que causa uma demora na percepção de algumas doenças.
Não precisa pensar, só precisa usar!















